Elementos da Nova Teoria Epistemológica.

 Elementos da Nova Teoria epistemológica: 

Razão(raciocínio lógico e intuição intelectual), experiência(experimentação e vivência), senso de realidade(bom senso), fé(passo que se dá além das provas, baseada em verdades sólidas, provadas pelo menos para si, de coisas espirituais, pelo que as evidências corroboram com a doutrina, se aceita um sistema baseado em partes comprovadas da doutrina, que não poderiam ser verdade se o todo não o fosse, de modo que se essas partes são verdadeiras, o todo também o é, já que tais partes não poderiam ser verdade se o todo não o fosse, porque elas dependem do todo para existirem e serem na realidade); conhecimento geral da realidade, conhecimento específico do assunto objeto, confrontação erudita profunda e sistemática. 

Razão-experiência: ferramentas diretas.

Senso de realidade-fé: ferramentas indiretas.

Conhecimento geral-específico: conteúdo fundamental. 

Confrontação erudita profunda e sistemática: maior e mais segura ferramenta de investigação e prova. 


Elementos dedutivos(certos) e indutivos(possíveis, de probabilidade). 

Indutivos: dão dicas e facilitam as descobertas e investigações, mas não provam. 

Intuição, vivência, generalização, analogia. 


Dedutivos: Provam, mas não são tão bons para investigações e descobertas. 


As teorias são racionais, mas dependem de experiência, que é incerta, logo as teorias tendem a ser incertas, mas podem ser certas conforme mecanismos de prova ou de experiências definitivas. 


Partes e todos: existem métodos de forma indutiva que, em alguns casos específicos, são dedutivos. 


Confrontação erudita profunda e sistemática: 

Criação de sistemas de crenças baseadas nas teses, com todos seus argumentos é contra argumentos, réplicas, tréplicas até convergência. Tal criação deve ser feita de maneira sistemática, dividindo-se em cada assunto, erudita, isto é, de modo a haver conhecimentos específicos e gerais do assunto da tese de modo a elaborar todo o seu sistema de pensamento e argumentos, e lógica, de modo a estruturar todo o sistema de maneira coerente e lógica baseado na tese defendida. 


Após a criação de todos os sistemas, se deve confrontar tais sistemas, assunto por assunto, de maneira sistemática, erudita(dominando os assuntos) e lógica, analisando parte por parte, de maneira a confrontar e comparar cada tese do sistema da tese central, de maneira reflexiva e investigativa a encontrar a verdade. Após a confrontação parte por parte, se deve confrontar os todos dos sistemas, e em seguida a confrontação total, que envolve a confrontação do diálogo das partes com o todo de cada sistema com do outro sistema, confrontado ambos sistemas de maneira plena, dialogando partes e todos de cada sistema é confrontado tais diálogos um com o outro. 


Se houverem mais sistemas, se deve confrontar cada sistema dois a dois, aparecendo apenas um como vencedor de todos, se houver o sistema correto entre eles. 

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