Epistemologia.
Princípios da epistemologia: razão, experiência e senso de realidade(bom senso); nível de conhecimento do assunto(especialização) e nível de conhecimento geral(da lógica e da realidade).
Razão: raciocínio lógico e intuição intelectiva.
Experiência: experimentação e vivência.
Senso de realidade: vem da vivência e da intuição intelectiva. É a noção de realidade do mundo e da natureza.
A razão interpreta a experiência.
A experiência interpreta a razão.
A razão interpreta a razão.
A experiência interpreta a experiência.
A razão e a experiência interpretam a experiência.
A razão e a experiência interpretam a razão.
Combinação de razão, experiência interpreta combinação de razão, experiência.
Quanto mais se conhece do assunto, com maior segurança se conhece as teses daquele assunto, com mais facilidade e mais chance se conhece outras coisas do mesmo assunto. Porque conhecendo-se mais do assunto, se consegue tirar mais conclusões, se entende melhor o assunto pelo seu campo de lógica, e se entende melhor o assunto.
Quanto mais conhecimento geral se tem, com mais segurança se conhece todo tipo de coisa, com mais facilidade e mais chance se conhece sobre qualquer coisa. Porque com mais conhecimento geral, se consegue tirar mais conclusões sobre tudo e se conhece melhor a natureza das coisas.
O nível de conhecimento necessário para saber com segurança é aquele que proporciona clareza, distinção, não restando outra possibilidade, não restando dúvidas de sua veracidade.
O senso de realidade exclui as possibilidades infinitas.
A vivência pode trazer opiniões(imagens do sensível e realidades sensíveis) a serem investigadas pela razão e/ou experimentação.
A experiência sozinha tende a ser particular e/ou do mais provável, sendo, portanto, enganosa. A experiência se trata de um conjunto de dados, de evidências, possivelmente havendo várias interpretações possíveis, precisando, necessariamente da razão para interpretá-la.
A experiência, no geral, não funciona sem a razão. A razão, no geral, não funciona sem a experiência. Elas são interdependentes. Ambas não funcionam sem o senso de realidade.
Toda experiência precisa da razão para ser interpretada. E toda razão, não necessariamente precisa de uma experiência para ser interpretada, mas precisa de um suporte experimental; um suporte experimental para a imaginação.
A razão, em sua imaginação, costuma precisar de experiência para saber se de fato aquilo acontece ou realmente pode acontecer, em que circunstâncias aquilo pode acontecer. Exceto quando há uma prova racional conclusiva.
A experiência também pode ser útil ou necessária para delinear as possibilidades existentes.
A razão estabelece um mundo lógico e imaginativo de possibilidades. A experiência dá uma dimensão real à razão.
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